Devemos ter muito cuidado na observação noturna de bóias luminosas (possuem luz ao contrário das bóias cegas) e faróis, em primeiro lugar é preciso entender a representação destes elementos na carta náutica e depois, com a experiência de mar, saber que nem sempre o que vemos, com o olhar humano e as condições meteorológicas, é exatamente o que está na carta, pois estas condições de tempo alteram significativamente o objeto em observação, mas vamos por partes..
Faróis e bóias luminosas possuem luzes ritmadas, se possuem ritmo é preciso considerar o fator TEMPO! Por isto existe a informação de tempo na carta náutica; veremos já, já! Primeiramente vamos considerar ao grafia destes elementos na carta, faróis e bóias luminosas são compostas de lampejos cujo símbolo é LP; estes lampejos podem ser alternados (Alt) com cores diferentes ou simplesmente lampejos de mesma cor, ou ainda lampejos por ocultação (Oc), na prática os lampejos por ocultação são os que causam mais confusão; vou dar um exemplo clássico: o farol de Castelhano na Ilha Grande é um farol de ocultação, ou seja, acende-apaga-acende-apaga; só que a lâmpada do farol não apaga realmente, mas é ocultada por um mecanismo que tapa a luz... o que a depender da distância ele parece que fica acende, fica fraco, acende, fica fraco...e não é branco, é amarelado... e aí é que surge a dúvida; é este o farol que estamos estimando que seja na marcação que fizemos??? Pense sempre nisto!!!!!! Eu mesmo já tive dúvida na minha primeira travessia rio-ilha grande....
Outro ponto a ser SEMPRE considerado é a visibilidade do farol ou da bóia; imagine o seguinte: existe uma bóia com determinado ritmo e cor de lampejo; pergunto: você conseguirá vê-lo a uma distância de 120 milhas? E a 10 milhas? Dá pra ver? A resposta é: depende... depende do alcance luminoso projetado para a bóia, depende da altura da lâmpada na bóia e até depnde da cor da luz... e por fim depende da altura do teu olho em que você está com relação ao nível do mar...é muita variável não??!! Vamos por parte sem entrar numa física quântica...rsrsrsrs!
Primeiramente precisamos considerar que a terra é redonda, o que já sabemos né?! Se a terra é redonda então significa que poderemos NÃO ver algum objeto além do ponto de curvatura da terra mesmo que este objeto possa projetar um feixe de laser por mais de centenas de milhas então precisamos de um pouco de matemática... vou simplificar: qualquer objeto no nível do mar é visível a depender da altura de seus olhos se aplicarmos a fórmula: D= 2 vezes a raiz quadrada da altura de seus olhos, cuja distância é dada em milhas náuticas. D= 2X H (½)
Vamos falar mais disso no próximo episódio.....
Abraço Grande!!!
Quem sou eu
- Coisas de Barco
- Rio, Brazil
- Oi, eu sou um ilustre desconhecido da mídia náutica, não dei nenhuma volta ao mundo, o máximo que já fiz foi navegar umas 400 milhas entre o Rio e Ilha Bela e arredores num Veleiro pequeno. Minha intenção é facilitar o entendimento da navegação para todo aquele que suba à bordo de qualquer embarcação. Este é o primeiro passo antes de entrar em um Curso de Navegação antes de se submeter às provas da Capitania para Habilitação de Amador. Portanto, se você quer aprender algumas coisas sobre navegação de maneira simples, ou vez por outra cambar pra bombordo em alguma tentativa de poesia: Seja Bem Vindo à Bordo!!! elmoromao@gmail.com
15/02/2011
03/02/2011
A expectativa da Tripulação à Bordo
A gente fala muito DE técnica, fala muito DA técnica e às vezes esquece da gente, esquece de gente, esquece de gente que tripulação é! Poético não?
Não! Não é poético, sabe porque? É sempre conflituoso, de um jeito ou de outro... a gente que está sempre à bordo nos acostumamos com uma série de jargões e, pior que isso, nos acostumamos a uma série de comportamentos automáticos no navegador habitual, e é aí que mora o perigo, ou melhor, é aqui: setamos uma expectativa de que todos que estão à bordo são como nós -às vezes estes erros não estão nem à bordo...
Nem todos que sobem à bordo são tripulantes, este é o objetivo maior deste blog, quem sobe a bordo quer ver mar e céu mas às vezes nem sabe se pode ver mar e céu estando no mar, estando boiando, caturrando, adernando, balançando, tendo que mudar de bordo rapidamente em alguns casos, tendo que puxar um cabo aqui e ali, ou simplesmente tendo que ficar parada num sofá sem poder ir à proa pra ver de o mar de cara. A máxima aqui é entender que o Capitão DEVE entender estas diferenças, deve perceber que se ele - o Capitão- convidou pessoas à bordo significa que são obrigatoriamente (no primeiro momento) Passageiros!!
Eu costumo, hoje, definir a seguinte regra: tudo depende de mim, portanto estou preparado para assumir todas as responsabilidades enquanto durar o estar à bordo. Se você se lançar ao mar achando que seus passageiros serão parte da tua tripulação poderá estar em apuros sérios, pois o corpo é falho e a mente às vezes torna as palavras um tanto quanto confusas principalmente para quem não está costumada à vida à bordo e, é líquido e certo, que na sua cabeça vai passar a seguinte frase: puxa, será que ele não está vendo que o cabo enroscou no cunho e que por isso eu não consigo caçar a escota... já era!!! você está com um problema: achou que seus passageiros (que fazem parte da sua vida e que são pessoas muito importantes, diga-se!) são seus tripulantes porque leu o livro que você leu, ou porque são Arrais de carteirinha...
A menos que todos à bordo sejam navegadores e que você já tenha algumas boas horas de mar com eles, considere-os tripulantes, do contrário não espere que um deles vá lançar corretamente a espia pro Marinheiro no cais. Atenção!!! O que estou dizendo aqui é: mesmo que seus Passageiros em algum momento participem de uma faina qualquer à bordo, tenha em mente um plano tal que preveja uma manobra falha, ou uma iniciativa que não ocorra. Passageiros são nossas metades de terra que nos tornam felizes por si só ou por simplesmente trazerem, que seja apenas, o cheiro dela, mas no barco, a tripulação são aquelas pessoas que dividem o respirar do ar de maresia ao nosso lado, mas não por nós mesmos, mas pelo Barco, Nau encantada, feito nosso Planeta, que nos leva por aí.... nossa sobrevivência e nossa vida!
Não! Não é poético, sabe porque? É sempre conflituoso, de um jeito ou de outro... a gente que está sempre à bordo nos acostumamos com uma série de jargões e, pior que isso, nos acostumamos a uma série de comportamentos automáticos no navegador habitual, e é aí que mora o perigo, ou melhor, é aqui: setamos uma expectativa de que todos que estão à bordo são como nós -às vezes estes erros não estão nem à bordo...
Nem todos que sobem à bordo são tripulantes, este é o objetivo maior deste blog, quem sobe a bordo quer ver mar e céu mas às vezes nem sabe se pode ver mar e céu estando no mar, estando boiando, caturrando, adernando, balançando, tendo que mudar de bordo rapidamente em alguns casos, tendo que puxar um cabo aqui e ali, ou simplesmente tendo que ficar parada num sofá sem poder ir à proa pra ver de o mar de cara. A máxima aqui é entender que o Capitão DEVE entender estas diferenças, deve perceber que se ele - o Capitão- convidou pessoas à bordo significa que são obrigatoriamente (no primeiro momento) Passageiros!!
Eu costumo, hoje, definir a seguinte regra: tudo depende de mim, portanto estou preparado para assumir todas as responsabilidades enquanto durar o estar à bordo. Se você se lançar ao mar achando que seus passageiros serão parte da tua tripulação poderá estar em apuros sérios, pois o corpo é falho e a mente às vezes torna as palavras um tanto quanto confusas principalmente para quem não está costumada à vida à bordo e, é líquido e certo, que na sua cabeça vai passar a seguinte frase: puxa, será que ele não está vendo que o cabo enroscou no cunho e que por isso eu não consigo caçar a escota... já era!!! você está com um problema: achou que seus passageiros (que fazem parte da sua vida e que são pessoas muito importantes, diga-se!) são seus tripulantes porque leu o livro que você leu, ou porque são Arrais de carteirinha...
A menos que todos à bordo sejam navegadores e que você já tenha algumas boas horas de mar com eles, considere-os tripulantes, do contrário não espere que um deles vá lançar corretamente a espia pro Marinheiro no cais. Atenção!!! O que estou dizendo aqui é: mesmo que seus Passageiros em algum momento participem de uma faina qualquer à bordo, tenha em mente um plano tal que preveja uma manobra falha, ou uma iniciativa que não ocorra. Passageiros são nossas metades de terra que nos tornam felizes por si só ou por simplesmente trazerem, que seja apenas, o cheiro dela, mas no barco, a tripulação são aquelas pessoas que dividem o respirar do ar de maresia ao nosso lado, mas não por nós mesmos, mas pelo Barco, Nau encantada, feito nosso Planeta, que nos leva por aí.... nossa sobrevivência e nossa vida!
26/01/2011
Nós e Voltas 2
Cabos e nós são elementos de segurança, assim eu recomendo fortemente que você saiba dar um Laís de Guia em volta da sua própria cintura com uma única mão!!!! Imagine que caia na água com um braço quebrado... (espero que nunca ocorra!!!!)
Situações típicas onde você vai precisar saber DIREITO quando fazer determinado nó para determinada situação?
1- Atracando o barco: FIEL (nó de cunho)
2- Prendendo o punho da escota: Lais de Guia
3- Desatracando seu barco com outros barcos no mesmo cunho: Aboçadura
4- Rebocando ou emendando 2 cabos: vai depender da situação... Pescador dobrado ou nó de escota dobrado
5- Prendendo uma retranca para não cair: Fiel ou então nó de Fateixa (é bastante simples e rápido)
Os nós podem ser feito na modalidade "dobrados" usando-se uma técnica extremamente simples: "Seguir o Cabinho" pelo chicote do cabo. Em tempo: chicote é a parte livre do cabo onde será executado o nó; vivo é a parte longa do cabo que será estendida. Vou fabricar um video pra ilustrar... mas demora um pouco...rsrs
Acho que ilustrações são bem vindas né?! Assim coloquei alguns links aqui
http://www.animatedknots.com/
http://books.google.com.br/books?id=qRrr2Ebk7RAC&pg=PT34&lpg=PT34&dq=n%C3%B3+de+abo%C3%A7adura&source=bl&ots=fxSv5Yf2Z5&sig=sPt9q69zR2RyQkASw4gNtr0mq3U&hl=pt-BR&ei=5YpATdCfL8T_lgfw_4W5Aw&sa=X&oi=book_result&ct=result&resnum=4&ved=0CCIQ6AEwAw#v=onepage&q=n%C3%B3%20de%20abo%C3%A7adura&f=false
http://www.hobbys.com.br/centraldeveleiros/cabos%20e%20nos.htm
http://www.realknots.com/
http://www.tempodefundo.com.br/arte_do_marinheiro.php
http://www.samsonrope.com/index.cfm?page=13&app=27
Vamos ver se consigo uns nós de pescaria com meu amigo Gilson lá do http://naclinho.com.br/ e coloco aqui também!!!
Por hoje é só e me desculpem a ausência!
Abraço Grande!!!
Elmo
Situações típicas onde você vai precisar saber DIREITO quando fazer determinado nó para determinada situação?
1- Atracando o barco: FIEL (nó de cunho)
2- Prendendo o punho da escota: Lais de Guia
3- Desatracando seu barco com outros barcos no mesmo cunho: Aboçadura
4- Rebocando ou emendando 2 cabos: vai depender da situação... Pescador dobrado ou nó de escota dobrado
5- Prendendo uma retranca para não cair: Fiel ou então nó de Fateixa (é bastante simples e rápido)
Os nós podem ser feito na modalidade "dobrados" usando-se uma técnica extremamente simples: "Seguir o Cabinho" pelo chicote do cabo. Em tempo: chicote é a parte livre do cabo onde será executado o nó; vivo é a parte longa do cabo que será estendida. Vou fabricar um video pra ilustrar... mas demora um pouco...rsrs
Acho que ilustrações são bem vindas né?! Assim coloquei alguns links aqui
http://www.animatedknots.com/
http://books.google.com.br/books?id=qRrr2Ebk7RAC&pg=PT34&lpg=PT34&dq=n%C3%B3+de+abo%C3%A7adura&source=bl&ots=fxSv5Yf2Z5&sig=sPt9q69zR2RyQkASw4gNtr0mq3U&hl=pt-BR&ei=5YpATdCfL8T_lgfw_4W5Aw&sa=X&oi=book_result&ct=result&resnum=4&ved=0CCIQ6AEwAw#v=onepage&q=n%C3%B3%20de%20abo%C3%A7adura&f=false
http://www.hobbys.com.br/centraldeveleiros/cabos%20e%20nos.htm
http://www.realknots.com/
http://www.tempodefundo.com.br/arte_do_marinheiro.php
http://www.samsonrope.com/index.cfm?page=13&app=27
Vamos ver se consigo uns nós de pescaria com meu amigo Gilson lá do http://naclinho.com.br/ e coloco aqui também!!!
Por hoje é só e me desculpem a ausência!
Abraço Grande!!!
Elmo
Nós e Voltas 1
Vira e mexe nós estamos à voltas com nós e voltas...
pois é, nós precisamos saber fazer nós para a aplicação correta!!!
Na prática do dia a dia em navegação usamos uns 3 ou 4 tipos diferentes de nós, mas vamos entender um pouco de segurança, pois um nó sempre enfraquece bastante o cabo quando sob tensão, enquanto as voltas enfraquecem menos; dou um exemplo: o nó cego, ou meia volta enfraquece quase a metade da resistência que um cabo possui à tração, se é metade ou 40% a precisão não importa, pois cabos de segurança, na miha opinião, devem sempre estar sobre-dimensionados; entenda-se: cabo de segurança para linha de vida, cabos de adriça, amarras para fundeio e por aí vai. Os nós mais comumente usados são: Lais de Guia, Volta do Fiel, ou Fiel simplesmente; nó de Escota Dobrado, Oito e nó de Aboçadura
Um nó pode ser "simples" ou "dobrado" eu costumo dizer que sempre uso a variante dobrada, pois certamente oferece mais segurança. Existem nós para escalada em montanha, nós de pescaria e um avariedade que se aplica melhor em cada caso; nós que se auto apertam (nós constritores), nós que são fáceis de se desfazer (Lais de Guia), nós que são extremamente difícil de serem desfeitos (Pescador Dobrado); na prática você deve ter em mente qual o tipo de trabalho que irá executar e como o cabo vai se comportar no trabalho. Cito um exemplo, a UIAA (uma associação internacional de montanhismo) há algum tempo definiu como seguro o Lais de Guia, mas recentemente aboliu-o, pois defaz-se com facilidade em trabalhos cuja carga fica frouxa ao longo do trabalho como uma descida de rapel em montanha onde você vai saltando em vez por outra para em um platô e deixa a corda frouxa (eu disse corda, porque em montanhismo o termo é esse: corda); portanto você DEVE saber qual é a finalidade do nó, qual o esforço que ele vai ser submetido e se você irá precisar destá-lo rapidamente ou não.
O fato de você saber se um nó deverá ser desatado rapidamente ou não poderá significar sua sobrevivência (ou de outrem) ou evitar uma tragédia material na perda de uma embarcação; certa vez participei de um meio "resgate" de um barco onde era necessário rebocar outro barco e soltá-lo para que ele pudesse velejar rapidamente e não ser rebocado velozmente, pois o rebocador tinha uma avaria no motor e não conseguia andar em baixa velocidade, bastava somente sair da situação de risco e se liberar rapidamente; advinha o que ocorreu, o marinheiro havia dado um nó de Pescador e a manobra que era para ser simples tornou-se complicadíssima só porque não se conseguia no tempo em que o rebocador fazia a curva para afrouxar o cabo rapidamente. Outro ponto MUITO IMPORTANTE é saber se o nó a ser dado pode estrangular ou não, cito um exemplo triste e fatal ocorrido na pedra da Gávea onde um casal escalava e ia descer a face até a "passagem dos olhos", o nó dados foi um nó de correr com um lais de guia sobre a corda principal; resultado: a garota escorregou e largou todo o seu peso na corda que a estrangulou o peito, impedindo-a de respirar...
Na continuação vou colcar uns links interesantes e muito fáceis de aprender a dar nós e voltas.
Até lá!!!
Grande Abraço!!!
Elmo
pois é, nós precisamos saber fazer nós para a aplicação correta!!!
Na prática do dia a dia em navegação usamos uns 3 ou 4 tipos diferentes de nós, mas vamos entender um pouco de segurança, pois um nó sempre enfraquece bastante o cabo quando sob tensão, enquanto as voltas enfraquecem menos; dou um exemplo: o nó cego, ou meia volta enfraquece quase a metade da resistência que um cabo possui à tração, se é metade ou 40% a precisão não importa, pois cabos de segurança, na miha opinião, devem sempre estar sobre-dimensionados; entenda-se: cabo de segurança para linha de vida, cabos de adriça, amarras para fundeio e por aí vai. Os nós mais comumente usados são: Lais de Guia, Volta do Fiel, ou Fiel simplesmente; nó de Escota Dobrado, Oito e nó de Aboçadura
Um nó pode ser "simples" ou "dobrado" eu costumo dizer que sempre uso a variante dobrada, pois certamente oferece mais segurança. Existem nós para escalada em montanha, nós de pescaria e um avariedade que se aplica melhor em cada caso; nós que se auto apertam (nós constritores), nós que são fáceis de se desfazer (Lais de Guia), nós que são extremamente difícil de serem desfeitos (Pescador Dobrado); na prática você deve ter em mente qual o tipo de trabalho que irá executar e como o cabo vai se comportar no trabalho. Cito um exemplo, a UIAA (uma associação internacional de montanhismo) há algum tempo definiu como seguro o Lais de Guia, mas recentemente aboliu-o, pois defaz-se com facilidade em trabalhos cuja carga fica frouxa ao longo do trabalho como uma descida de rapel em montanha onde você vai saltando em vez por outra para em um platô e deixa a corda frouxa (eu disse corda, porque em montanhismo o termo é esse: corda); portanto você DEVE saber qual é a finalidade do nó, qual o esforço que ele vai ser submetido e se você irá precisar destá-lo rapidamente ou não.
O fato de você saber se um nó deverá ser desatado rapidamente ou não poderá significar sua sobrevivência (ou de outrem) ou evitar uma tragédia material na perda de uma embarcação; certa vez participei de um meio "resgate" de um barco onde era necessário rebocar outro barco e soltá-lo para que ele pudesse velejar rapidamente e não ser rebocado velozmente, pois o rebocador tinha uma avaria no motor e não conseguia andar em baixa velocidade, bastava somente sair da situação de risco e se liberar rapidamente; advinha o que ocorreu, o marinheiro havia dado um nó de Pescador e a manobra que era para ser simples tornou-se complicadíssima só porque não se conseguia no tempo em que o rebocador fazia a curva para afrouxar o cabo rapidamente. Outro ponto MUITO IMPORTANTE é saber se o nó a ser dado pode estrangular ou não, cito um exemplo triste e fatal ocorrido na pedra da Gávea onde um casal escalava e ia descer a face até a "passagem dos olhos", o nó dados foi um nó de correr com um lais de guia sobre a corda principal; resultado: a garota escorregou e largou todo o seu peso na corda que a estrangulou o peito, impedindo-a de respirar...
Na continuação vou colcar uns links interesantes e muito fáceis de aprender a dar nós e voltas.
Até lá!!!
Grande Abraço!!!
Elmo
06/01/2011
Acidentes no Mar
Olá PessoALL
estamos de volta!!! Depois de muito tempo nublado aqui no rio no céu boia o SOL... e isso merece alguns cuidados porque calor desidrata o corpo e o ser humano pode vir a ter sérios problemas; hidrate-se e proteja-se do sol e do calor.
com sol e verão praia é a pedida certa mas observe por onde nada e por onde pisas, pois o mar possui animais marinhos que podem trazer algum risco à saúde ou até risco de vida; são comuns acidentes com ouriços, águas-vivas, corais, caravelas, bagre...
segue uma dica:
1- acidentes com água-viva, caravela, coral, anêmona ou esponja, pode-se lavar o local com água do mar gelada, vinagre com compressas ou passar uma pasta de vinagre com farinha de trigo também surte o mesmo efeito.
2- ouriço-do-mar, bagre, peixe-escorpião e peixe-sapo, o ideal é fazer imersão em água quente por 30 a 90 minutos
Bom verão a todos!!!
estamos de volta!!! Depois de muito tempo nublado aqui no rio no céu boia o SOL... e isso merece alguns cuidados porque calor desidrata o corpo e o ser humano pode vir a ter sérios problemas; hidrate-se e proteja-se do sol e do calor.
com sol e verão praia é a pedida certa mas observe por onde nada e por onde pisas, pois o mar possui animais marinhos que podem trazer algum risco à saúde ou até risco de vida; são comuns acidentes com ouriços, águas-vivas, corais, caravelas, bagre...
segue uma dica:
1- acidentes com água-viva, caravela, coral, anêmona ou esponja, pode-se lavar o local com água do mar gelada, vinagre com compressas ou passar uma pasta de vinagre com farinha de trigo também surte o mesmo efeito.
2- ouriço-do-mar, bagre, peixe-escorpião e peixe-sapo, o ideal é fazer imersão em água quente por 30 a 90 minutos
Bom verão a todos!!!
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